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	<title>Arquivos Outros - Instituto Mar Futuro</title>
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	<title>Arquivos Outros - Instituto Mar Futuro</title>
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		<title>NOVOS DESAFIOS  (tempo aprox. de leitura: 2 min.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[InstitutoMarFuturo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 04:03:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>NOVOS DESAFIOS &#160;(tempo aprox. de leitura: 2 min.) . “Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito.” Aristóteles Desde meus quinze anos, quando entrei na Marinha, assumi o pensamento de que, para ser um bom profissional, um bom oficial, eu teria que entender e seguir as&#8230;</p>
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<p>NOVOS DESAFIOS &nbsp;(tempo aprox. de leitura: 2 min.)</p>



<p>.</p>



<p>“Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito.” Aristóteles</p>



<p>Desde meus quinze anos, quando entrei na Marinha, assumi o pensamento de que, para ser um bom profissional, um bom oficial, eu teria que entender e seguir as rotinas descritas nos “manuais”. Gostei da ideia reconfortante de que quase tudo que eu deveria fazer estava escrito em algum lugar.</p>



<p>Quando fui para a Marinha Mercante não foi muito diferente. Encarei o trabalho como um conjunto de novas rotinas a serem seguidas. Continuei sendo um profissional fazendo tudo “by the book”.</p>



<p>Tive, por causa dessa atitude, vários momentos em que fiquei em evidência, demonstrando conhecimento de forma segura e determinante, resolvendo e clareando situações onde meus pares e superiores só viam problemas sem solução. Claro que esses momentos me trouxeram, em alguns casos, reconhecimento, em alguns outros, reprovação, apesar de sempre ter o cuidado de mostrar que as informações que tinha eram acessíveis a qualquer um, sem a necessidade de uma mente brilhante para enxergá-las.</p>



<p>Tais momentos reforçaram minha convicção até cerca de dois anos atrás, quando fui convidado a participar de um novo projeto e me forçando a sair da minha zona de conforto (ou seria zona de preguiça?).</p>



<p>Fez-me lembrar as palavras de Luis Fernando Veríssimo: “Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas&#8230;”</p>



<p>Afogando meus paradigmas, mergulhei de cabeça no projeto de construção e consolidação do Instituto Mar Futuro, sem manuais em que pudesse me escorar ou conhecimentos prévios que me dessem rumos seguros.</p>



<p>Acho que é a isso que chamam de empreendedorismo.</p>



<p>O único alento é a certeza de que me associei com pessoas mais preparadas do que eu, afinal, como passei jocosamente a dizer, não confundam empreendedor novo com empreendedor burro!</p>



<p>.</p>



<p>Leonardo Seixas (Diretor de Marketing)</p>
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		<title>KINTSUKUROI  (tempo aprox. de leitura: 3,5 min.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[InstitutoMarFuturo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 02:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>KINTSUKUROI &#160;(tempo aprox. de leitura: 3,5 min.) . Kintsukuroi (reparo com ouro) é a arte japonesa de reparar uma cerâmica quebrada com&#160;laca&#160;espanada ou misturada com pó de&#160;ouro. Também conhecida como Kintsugi (emenda de ouro), sua origem tem várias versões. Uma delas diz ser originado quando o&#160;Shogun japonês Ashikaga Yoshimasa enviou uma tigela de chá chinesa&#8230;</p>
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<p>KINTSUKUROI &nbsp;(tempo aprox. de leitura: 3,5 min.)</p>



<p>.</p>



<p>Kintsukuroi (reparo com ouro) é a arte japonesa de reparar uma cerâmica quebrada com&nbsp;laca&nbsp;espanada ou misturada com pó de&nbsp;ouro.</p>



<p>Também conhecida como Kintsugi (emenda de ouro), sua origem tem várias versões.</p>



<p>Uma delas diz ser originado quando o&nbsp;Shogun japonês Ashikaga Yoshimasa enviou uma tigela de chá chinesa danificada de volta à&nbsp;China&nbsp;para reparos no final do século 15.&nbsp;</p>



<p>Quando foi devolvida, o reparo consistia de feios grampos de metal aparentes, então ele solicitou aos artesãos japoneses para procurarem um meio mais estético de reparação. Os colecionadores gostaram tanto da nova arte que alguns foram acusados de deliberadamente esmagar cerâmicas valiosas para que pudessem ser reparadas com as costuras de ouro&nbsp;Kintsugi. O&nbsp;Kintsugi&nbsp;logo se associou aos vasos cerâmicos usados no&nbsp;Chanoyu&nbsp;(cerimônia de chá japonesa).&nbsp;</p>



<p>Quando, há muito tempo, me interessei sobre o assunto, percebi e me identifiquei com o aspecto filosófico por trás dessa arte.</p>



<p>Achei inimaginável a ideia de manter um objeto reparando-o, prolongado sua vida, mas com a intenção de realçar os danos vividos.</p>



<p>Difícil para o pensamento ocidental, li que o Kintsukuroi tem semelhanças com a filosofia japonesa de&nbsp;Wabi-sabi,&nbsp;a aceitação do imperfeito ou defeituoso.</p>



<p>“A estética japonesa valoriza as marcas de desgaste pelo uso de um objeto. Isso pode ser visto como uma razão para manter um objeto mesmo depois de ter quebrado e como uma justificação do próprio&nbsp;Kintsugi, destacando as rachaduras e reparos como simplesmente um evento na vida do objeto, em vez de permitir que o seu serviço termine no momento de seu dano ou ruptura.</p>



<p>Kintsugi&nbsp;pode se relacionar com a filosofia japonesa de “não importância” que engloba os conceitos de não-apego, aceitação da mudança e destino como aspectos da vida humana.</p>



<p>Wabi-sabi&nbsp;representa uma abrangente&nbsp;visão de mundo&nbsp;à&nbsp;japonesa; uma abordagem&nbsp;estética&nbsp;centrada na aceitação da transitoriedade e imperfeição.</p>



<p>Esta concepção estética é muitas vezes descrita como a do belo que é “imperfeito, impermanente e incompleto”.&nbsp;Uma idealização artística desenvolvida por volta do século XV no Japão, durante o&nbsp;período Muromachi, com bases nos ideais do&nbsp;zen&nbsp;budismo.</p>



<p>Estes conceitos estão representados na produção artística através do rústico, do imperfeito, do monocromático e do aspecto natural. Através do&nbsp;Wabi e Sabi, é possível o alcance do vazio da mente que traz tranquilidade.&nbsp;Wabi&nbsp;significa “quietude” e&nbsp;Sabi,&nbsp;“simplicidade”, e expressam-se através da vontade que os japoneses possuem por simplicidade e sutileza.”</p>



<p>Resumi, para mim, essa visão que passei a compartilhar, com o pensamento: “Quando algo ou alguém sofre danos, tem uma história e se torna belo, único, renovado.”</p>



<p>.</p>



<p>Leonardo Seixas (Diretor de Marketing)</p>
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		<title>CAOS  (tempo aprox. de leitura: 3,5 min.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[InstitutoMarFuturo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 21:32:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>CAOS &#160;(tempo aprox. de leitura: 3,5 min.) . Durante minha especialização em Hidrografia pela Marinha, vivi uma situação marcante. Numa das primeiras aulas de Meteorologia, o Mestre (como chamávamos um professor na Marinha) começou a desenvolver no quadro o que chamei de “teoria das gotículas” (Nesse ponto, os especialistas em Meteorologia já perceberam minha falta&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>CAOS &nbsp;(tempo aprox. de leitura: 3,5 min.)</p>



<p>.</p>



<p>Durante minha especialização em Hidrografia pela Marinha, vivi uma situação marcante.</p>



<p>Numa das primeiras aulas de Meteorologia, o Mestre (como chamávamos um professor na Marinha) começou a desenvolver no quadro o que chamei de “teoria das gotículas” (Nesse ponto, os especialistas em Meteorologia já perceberam minha falta de conhecimento no assunto!).</p>



<p>Normal naquela época da minha vida, diante do meu parcial desinteresse pelo assunto e a percepção de que o Mestre era daqueles que gostava de tergiversar, valorizando ao máximo seu conhecimento teórico, cochilei.</p>



<p>Quando acordei, não sabendo quantos segundos (ou minutos) haviam se passado, deparei com uma integral de uma matriz no quadro e um Mestre que não estava sabendo sair daquela arapuca que ele mesmo havia criado. Ainda sonolento, cometi o erro de interromper o prolongado silêncio “meditativo” do Mestre diante da integral e perguntei no que, exatamente, aquela matemática me auxiliaria no entendimento da previsão do tempo. Não contente com minha petulância, o Mestre foi me denunciar ao Comandante encarregado do curso. Fui chamado pelo mesmo para me explicar. Contando todo o ocorrido, o Comandante riu e me aconselhou: “Deixa o cara vender o peixe dele!” e me dispensou.</p>



<p>Por sorte, passei no curso de Meteorologia, apesar da perseguição que criei com o Mestre.</p>



<p>Ainda naquela época, interessei-me pela história do meteorologista Edward Lorenz, do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Diz a história que ele estudava modelos de previsão meteorológica por computador já nos idos de 1960.</p>



<p>Talvez, entediado como eu numa aula sobre gotículas, decidiu fazer um corte num modelo climático e introduzir manualmente as variáveis para analisar, daquele ponto, as curvas que se seguiriam. Depois de algum tempo observando o comportamento similar às curvas originais, deparou com uma situação inusitada. Como eu diante de uma integral de uma matriz após um cochilo na aula, as curvas da simulação estavam se comportando de maneira totalmente diferente do modelo original.</p>



<p>Após análise, descobriu que a diferença entre o número de casas decimais das variáveis introduzidas manualmente e as casas decimais usadas pelo computador era a origem das anomalias. Consolidava-se o estudo da Teoria do Caos.</p>



<p>A imprevisibilidade (caos) já vinha sendo estudada há algum tempo, por matemáticos como o francês Henri Poincaré (1854-1912), sendo dele a citação: “Pode acontecer que pequenas diferenças nas condições iniciais produzam alterações muito grandes nos fenômenos finais. Um pequeno erro na primeira produzirá um erro enorme na última. A previsão se torna impossível”.</p>



<p>A partir de Lorenz, popularizou-se a noção do Efeito Borboleta com a afirmação: “O bater das asas de uma borboleta no Brasil pode gerar um furacão no Texas!”.</p>



<p>Da Teoria do Caos, tomei para mim alguns conhecimentos que uso até hoje:</p>



<p>&#8211; Há ordem no caos, mesmo que eu não consiga entender ou visualizar de imediato;</p>



<p>&#8211; As coisas podem sair do controle e, geralmente, a causa não é externa;</p>



<p>&#8211; No trabalho ou na vida, pequenas negligências ou atos podem gerar grandes alterações; geralmente negativas nas negligências e imprevisíveis nos atos.</p>



<p>&#8211; Não cochile na hora errada! (essa dica veio do Mestre da DHN, e não do Lorenz)</p>



<p>.</p>



<p>Leonardo Seixas (Diretor de Marketing)</p>
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		<item>
		<title>SALÁRIO SALGADO  (tempo aprox. de leitura: 3 min.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[InstitutoMarFuturo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 00:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SALÁRIO SALGADO &#160;(tempo aprox. de leitura: 3 min.) . Recebi de um amigo o trecho de um livro que ele está lendo. Sempre espirituoso, no sentido completo dessa palavra numa consulta em um dicionário: “que é inteligentemente engraçado; que é vivaz, sutil, preciso e provocador do riso.” De origem na Marinha Mercante, temos vários conhecidos&#8230;</p>
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<p>SALÁRIO SALGADO &nbsp;(tempo aprox. de leitura: 3 min.)</p>



<p>.</p>



<p>Recebi de um amigo o trecho de um livro que ele está lendo.</p>



<p>Sempre espirituoso, no sentido completo dessa palavra numa consulta em um dicionário: “que é inteligentemente engraçado; que é vivaz, sutil, preciso e provocador do riso.”</p>



<p>De origem na Marinha Mercante, temos vários conhecidos em comum, tanto na Marinha de Guerra como na Marinha Mercante.</p>



<p>Guardo sempre boas lembranças de nossos encontros, regados a excelentes vinhos, charutos e longas conversas, sempre interessantes e de alto nível.</p>



<p>Segue o trecho do livro que ele me enviou:</p>



<p>&#8220;A marinhagem era um problema: “A paga que recebiam era somente de oito mil réis por mês, enquanto no serviço mercante, dezoito mil réis era o preço corrente para bons marinheiros”. Aqueles homens eram o refugo da Marinha Mercante. E Thomas Cochrane, que tanto se preocupava com a má remuneração de seu pessoal, ruminava: “A pior sorte de economia – a economia falsa – tinha se estabelecido na administração naval do Brasil”. Thomas Cochrane sabia que, também na Inglaterra, as condições a bordo eram duras, e em tempo de guerra os soldos eram mais baixos do que na Marinha Mercante. Daí a importância do prêmio das presas. Sem elas, o resultado eram os motins e as greves de marujos, velas arriadas e comércio ou defesa debilitados.&#8221;</p>



<p>(&#8220;A viajante inglesa, o senhor dos mares e o Imperador na Independência do Brasil&#8221; &#8211; Mary Del Priore)</p>



<p>Por ter trabalhado nas duas Marinhas, sei que esse assunto ainda é chorosamente lembrado, principalmente pelos integrantes do lado “prejudicado”.</p>



<p>O erro da comparação reside no Silogismo (Falácia): “Quem é de Marinha é bem remunerado; Marinha de Guerra é, obviamente, Marinha, logo, quem é da Marinha de Guerra é bem remunerado.”</p>



<p>Divagando (muito!), na etimologia da palavra “salário” encontramos a palavra “sal”, que nos leva à palavra “mar”, que nos lembra o ambiente de trabalho das Marinhas, &#8230; e as comparações param por aí.</p>



<p>Conheço muitas pessoas que não sabem distinguir o que é ser de Marinha de Guerra e de Marinha Mercante.</p>



<p>Conheço muitas pessoas das Marinhas que não conseguem correlacionar o valor de seus salários à origem dos mesmos. Dinheiro público, vindo do governo e dinheiro privado, vindo da comercialização de bens (como o precioso petróleo).</p>



<p>Diante de toda essa confusão histórica, ainda temos que conviver com a desonestidade intelectual que reside nas conclusões mal-intencionadas, mistos dos conceitos filosóficos de Falsa Analogia e Argumento Autoritário: “O Mercante é um turista remunerado” e “Militar não trabalha”.</p>



<p>Mas isso é outra história&#8230;</p>



<p>.</p>



<p>Leonardo Seixas (Diretor de Marketing)</p>
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		<title>SURPREENDIDO PELO 7 DE SETEMBRO  (tempo aprox. de leitura: 2 min.)</title>
		<link>https://imarfuturo.com.br/surpreendido-pelo-7-de-setembro-tempo-aprox-de-leitura-2-min/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[InstitutoMarFuturo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 03:42:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>SURPREENDIDO PELO 7 DE SETEMBRO &#160;(tempo aprox. de leitura: 2 min.) . Recebi de um amigo o trecho de um livro que ele está lendo. Sempre espirituoso, no sentido completo dessa palavra numa consulta em um dicionário: “que é inteligentemente engraçado; que é vivaz, sutil, preciso e provocador do riso.” De origem na Marinha Mercante,&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://imarfuturo.com.br/surpreendido-pelo-7-de-setembro-tempo-aprox-de-leitura-2-min/">SURPREENDIDO PELO 7 DE SETEMBRO  (tempo aprox. de leitura: 2 min.)</a> apareceu primeiro em <a href="https://imarfuturo.com.br">Instituto Mar Futuro</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>SURPREENDIDO PELO 7 DE SETEMBRO &nbsp;(tempo aprox. de leitura: 2 min.)</p>



<p>.</p>



<p>Recebi de um amigo o trecho de um livro que ele está lendo.</p>



<p>Sempre espirituoso, no sentido completo dessa palavra numa consulta em um dicionário: “que é inteligentemente engraçado; que é vivaz, sutil, preciso e provocador do riso.”</p>



<p>De origem na Marinha Mercante, temos vários conhecidos em comum, tanto na Marinha de Guerra como na Marinha Mercante.</p>



<p>&#8220;A marinhagem era um problema: “A paga que recebiam era somente de oito mil réis por mês, enquanto no serviço mercante, dezoito mil réis era o preço corrente para bons marinheiros”. Aqueles homens eram o refugo da Marinha mercante. E Thomas Cochrane, que tanto se preocupava com a má remuneração de seu pessoal, ruminava: “A pior sorte de economia – a economia falsa – tinha se estabelecido na administração naval do Brasil”. Thomas Cochrane sabia que, também na Inglaterra, as condições a bordo eram duras, e em tempo de guerra os soldos eram mais baixos do que na Marinha mercante. Daí a importância do prêmio das presas. Sem elas, o resultado eram os motins e as greves de marujos, velas arriadas e comércio ou defesa debilitados.&#8221; (from 1822 &#8220;A viajante inglesa, o senhor dos mares e o Imperador na Independência do Brasil&#8221; by Mary Del Priore)</p>



<p>Quem não conhece a expressão que aprendi na Marinha: “surpreendido pelo 7 de setembro”?</p>



<p>.</p>



<p>Leonardo Seixas (Diretor de Marketing)</p>
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		<title>CÉU E INFERNO  (tempo aprox. de leitura: 3,5 min.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[InstitutoMarFuturo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 10:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CÉU E INFERNO &#160;(tempo aprox. de leitura: 3,5 min.) . Há cerca de quinze anos, quando era Imediato de um conteineiro, recebi um e-mail privado do embarcador da empresa. O embarcador, na época, era meu cunhado, um Chefe de Máquinas da empresa que aceitou a “promoção” de trabalhar em terra. O e-mail era uma provocação;&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://imarfuturo.com.br/ceu-e-inferno-tempo-aprox-de-leitura-35-min/">CÉU E INFERNO  (tempo aprox. de leitura: 3,5 min.)</a> apareceu primeiro em <a href="https://imarfuturo.com.br">Instituto Mar Futuro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>CÉU E INFERNO &nbsp;(tempo aprox. de leitura: 3,5 min.)</p>



<p>.</p>



<p>Há cerca de quinze anos, quando era Imediato de um conteineiro, recebi um e-mail privado do embarcador da empresa.</p>



<p>O embarcador, na época, era meu cunhado, um Chefe de Máquinas da empresa que aceitou a “promoção” de trabalhar em terra.</p>



<p>O e-mail era uma provocação; um poema anônimo que ele havia achado e que comparava a vida a bordo de um Chefe de Máquinas e de um Imediato.</p>



<p>O poema era o seguinte:</p>



<p>“The engineer and the mate</p>



<p>Oil soaked shoes all covered with grime;</p>



<p>Polished shoes with a brilliant shine,</p>



<p>Sweated clothes all stained with grease;</p>



<p>Shirt and tie and pants well creased,</p>



<p>Oily scarred and calloused hands</p>



<p>Manicured fingers, looking grand.</p>



<p>Thus they approached the pearly gates,</p>



<p>The Engineer and the Mate.</p>



<p>Saint Peter gazed at this strange sight;</p>



<p>He knew one was wrong, the other was right,</p>



<p>To be sure, he then did look</p>



<p>In his gigantic secret judgment book</p>



<p>Then looking up he said so clear</p>



<p>I&#8217;ll now pass judgment on the Engineer.</p>



<p>You&#8217;ve sweated blood, you breathed some gas</p>



<p>The scars and bruises and burns still last.</p>



<p>So come my son and take your place</p>



<p>Like a king, in all his grace.</p>



<p>My son you&#8217;ve stood it very well &#8211;</p>



<p>You&#8217;ve surely had your share of hell.</p>



<p>The Engineer passed through the gates;</p>



<p>Saint Peter then turned unto the Mate.</p>



<p>You&#8217;ve filled your lungs with cool clean air;</p>



<p>You&#8217;ve known the breezes and the sun up there,</p>



<p>Pushing a pencil, you&#8217;ve traveled in class;</p>



<p>You&#8217;ve been a passenger before the mast.</p>



<p>There isn&#8217;t a question, yes or no &#8211;</p>



<p>Now it&#8217;s your turn to go below!!</p>



<p>(Unknown author)”</p>



<p>Não sei se ele esperava que eu respondesse à provocação, mas não me contive e decidi “complementar” os versos recebidos, aproveitando para cutucar a gerência, Maquinista também:</p>



<p>“… And the Devil looking this brand new member in the Hades</p>



<p>Recognizes the type and the sin: another Mate among Mates!</p>



<p>Another Saint Peter’s joke and mistake without chance;</p>



<p>Another punishment and judgment at the first glance.</p>



<p>You don’t belong to Hell yet, good-looking man!</p>



<p>Return to your ship, company and purgatory if you can!</p>



<p>Go and suffer more discrimination in former Engineers’ hands and eyes;</p>



<p>Blinds who only see as real work the dirty work and for that… my allies!!</p>



<p>(Leonardo Seixas (not an unknown author))”</p>



<p>Meu respeito aos embarcados, de Máquinas e Convés.</p>



<p>.</p>



<p>Leonardo Seixas (Diretor de Marketing)</p>
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		<title>RADIOATIVO  (tempo aprox. de leitura: 3,5 min.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[InstitutoMarFuturo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 12:41:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>RADIOATIVO &#160;(tempo aprox. de leitura: 3,5 min.) . Já faz mais de 10 anos que vivi, como Comandante de um Full Container, uma situação bem curiosa. Durante a passagem de comando de uma viagem, meu antecessor ficou estressado ao comentar que foi alertado da possibilidade de nosso navio receber, em viagens próximas, containers com carga&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>RADIOATIVO &nbsp;(tempo aprox. de leitura: 3,5 min.)</p>



<p>.</p>



<p>Já faz mais de 10 anos que vivi, como Comandante de um Full Container, uma situação bem curiosa.</p>



<p>Durante a passagem de comando de uma viagem, meu antecessor ficou estressado ao comentar que foi alertado da possibilidade de nosso navio receber, em viagens próximas, containers com carga perigosa de Classe 7 – Materiais Radioativos. Segui viagem com a tranquilidade de minha ignorância.</p>



<p>Como de costume, fiquei curioso com o tema e decidi me preparar minimamente para ter as respostas adequadas perante a empresa e minha tripulação. Meus “conhecimentos” estavam restritos a uma vaga lembrança dos tempos da Escola Naval, onde passei um semestre tendo que estudar Física Quântica. Depois desse período, nunca mais tive contato com o tema.</p>



<p>Segui meu aprendizado sobre como lidar com problemas: ou você sabe, ou sabe quem sabe, ou sabe onde está escrito, ou sabe quem sabe onde está escrito.</p>



<p>Despreocupado (e achando-se esperto), peguei a publicação mais importante sobre o assunto: IMDG Code, Código Marítimo Internacional de Produtos Perigosos. Fui direto para a parte que me traria informações sobre o transporte de materiais radioativos e encontrei uma página EM BRANCO, com uma nota de rodapé: “A Resolução 13/88 da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN-NE 5.01) regula o assunto no Brasil e deve ser consultada para o caso de transporte de produtos da classe 7”. Fiquei preocupado. Minha pesquisa não conseguiu evoluir muito naquele meu embarque.</p>



<p>Para piorar, ouvi a posição da gerência (estrangeira) da minha empresa de que não haveria problema algum, haja vista o exemplo do transporte marítimo de carga radioativa em seus país de origem, ignorando meu comentário de que deveríamos seguir a regulação da CNEN.</p>



<p>Por coincidência, visitei meu irmão, que estava servindo na DPC naquela época, fui convidado e me juntei à comitiva que participaria de um debate na CNEN sobre o assunto.</p>



<p>Lá, passei a maior parte do tempo ouvindo as preocupações dos participantes (terrestres) e suas medidas adotadas para se protegerem e se livrarem, o mais rápido possível, desse tipo de carga.</p>



<p>Do que me lembro, um container Classe 7 não poderia ficar no pátio dos portos de embarque e desembarque, bem como deveria ser inspecionado no embarque e no desembarque por equipe trajando EPI “lunar”.</p>



<p>Os oficiais da DPC deixaram a palavra para mim e expus minha posição à bancada da CNEN.</p>



<p>Eu era o único Comandante da Marinha Mercante naquele debate (e pontuei isso). Ninguém se lembrou, nas suas ponderações, de que a maior exposição ao perigo de radiação estava no tempo que essa carga estava a bordo. Não estavam definidas as medidas protetivas e planos de emergência para os tripulantes.</p>



<p>Num exemplo de cálculo, mostrei que um tripulante poderia atingir o limite de exposição ANUAL de radiação durante UMA SEMANA de viagem e pedi que contestassem meus cálculos.</p>



<p>O silêncio da plateia e da bancada foi constrangedor. Ainda me lembro da resposta de um representante da CNEN: “O senhor nos gerou uma tremenda demanda!” (Risos amarelos na platéia)</p>



<p>Limitado que era (e sou) no assunto, ainda perdido entre Sieverts e Roentgens, interpretei a resposta como sendo eu um “gerador de faina” para a CNEN, na época.</p>



<p>Ainda me impressiono com o “esquecimento” da existência do marítimo.</p>



<p>&nbsp;“Suave mari magno&#8230;”</p>



<p>.</p>



<p>Leonardo Seixas (Diretor de Marketing)</p>
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		<title>REGRAS DO JOGO  (tempo aprox. de leitura: 2 min.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[InstitutoMarFuturo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 11:53:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>REGRAS DO JOGO &#160;(tempo aprox. de leitura: 2 min.) . Acontecimentos recentes fizeram-me lembrar, vagamente, uma pequena crônica: “Certa vez, fui convidado a jantar na casa de uma família que não conhecia, acompanhando um amigo. Ainda na sala, fiquei chocado com a quantidade de palavrões que falavam (não que eu seja um puritano!). Sem saber&#8230;</p>
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<p>REGRAS DO JOGO &nbsp;(tempo aprox. de leitura: 2 min.)</p>



<p>.</p>



<p>Acontecimentos recentes fizeram-me lembrar, vagamente, uma pequena crônica:</p>



<p>“Certa vez, fui convidado a jantar na casa de uma família que não conhecia, acompanhando um amigo.</p>



<p>Ainda na sala, fiquei chocado com a quantidade de palavrões que falavam (não que eu seja um puritano!). Sem saber como agir naquela situação, permaneci calado a maior parte do tempo.</p>



<p>Já na mesa, num daqueles momentos de silêncio constrangedor antes da refeição, decidi me “enturmar” e proferi uma frase (tola) com um palavrão.</p>



<p>Todos me olharam com ar de reprovação. Naquela casa, não era permitido falar palavrão à mesa.</p>



<p>Passei por mal-educado numa casa de mal-educados!”</p>



<p>Longe de nossa qualificação profissional, curricular, temos que ficar atentos às “regras do jogo” subjetivas; não ensinadas e raramente comentadas no ambiente de trabalho.</p>



<p>Vi e vivi, por diversas vezes, o despreparo pessoal da formação não acadêmica, atrapalhando e complicando a vida profissional.</p>



<p>Vi, também, o oposto. Um excesso de cuidado nas relações pessoais, um artificialismo comportamental que evidenciava o foco tão somente no marketing pessoal. Talvez, por isso, eu tenha muita cautela com quem se preocupa com o marketing pessoal.</p>



<p>Li, recentemente, um artigo na internet muito interessante que tenta auxiliar no comportamento diante desse tema, intitulado “5 dicas sobre relacionamento interpessoal no trabalho” (por Tatyane Mendes).</p>



<p>São essas as dicas:</p>



<p>&#8211; Pratique a escuta ativa;</p>



<p>&#8211; Mantenha uma atitude positiva;</p>



<p>&#8211; Seja respeitoso;</p>



<p>&#8211; Esteja aberto a críticas e feedbacks;</p>



<p>&#8211; Estabeleça limites.</p>



<p>Recomendo “perder” um pouco de tempo na compreensão das atitudes pessoais no ambiente de trabalho, mais importantes do que imaginamos.</p>



<p>“⁠Não existe o emprego ideal, o relacionamento ideal nem a vida ideal. Existe você, analisando tudo o tempo todo, absorvendo e sentindo as experiências de forma real, e mudando sempre que possível.”</p>



<p>.</p>



<p>Leonardo Seixas (Diretor de Marketing)</p>
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		<title>OPORTUNIDADE  (tempo aprox. de leitura: 2 min.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[InstitutoMarFuturo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2024 20:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>OPORTUNIDADE &#160;(tempo aprox. de leitura: 2 min.) . Durante minha lua de mel, há 35 anos, comprei uma placa decorativa de bambu numa lojinha de produtos de decoração oriental em Campos do Jordão. Ela continha um verso em chinês. Antes de comprar, perguntei ao vendedor se ele saberia traduzir a placa. Não gostaria de ter&#8230;</p>
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<p>OPORTUNIDADE &nbsp;(tempo aprox. de leitura: 2 min.)</p>



<p>.</p>



<p>Durante minha lua de mel, há 35 anos, comprei uma placa decorativa de bambu numa lojinha de produtos de decoração oriental em Campos do Jordão. Ela continha um verso em chinês.</p>



<p>Antes de comprar, perguntei ao vendedor se ele saberia traduzir a placa. Não gostaria de ter algo que não soubesse seu significado. Ele me respondeu que a tradução aproximada seria:</p>



<p>“Oportunidade de Relação.</p>



<p>Não é porque talvez vá mudar, que agora não tenha coragem de falar bonito de promessa.</p>



<p>Não é porque talvez vá separar, que agora não tenha coragem de procurar a paixão do encontro.”</p>



<p>Naquele momento, supondo estar correta a tradução, eu soube que essa placa ficaria afixada, para sempre, na parede de minha sala de estar, próxima à porta. Um lembrete; um símbolo de uma das atitudes que deveria seguir na vida.</p>



<p>Tive e tenho, certo ou errado, minha vida recheada de símbolos que me definem e que constantemente me lembram o caminho que devo seguir, seja no plano pessoal, seja no plano profissional</p>



<p>Dessa placa, extraí a atitude de NUNCA ser superficial na vida. Para tal, devo sempre estar atento às coisas e pessoas e AGIR. Sem paralisia que possa ter por receio das consequências, inevitáveis.</p>



<p>Iniciativa e inércia geram consequências, boas e más. Prefiro as consequências da iniciativa, com o cuidado de não a confundir com impulsividade e imprudência. Como disse, atento às coisas e pessoas e, com isso, posso chamar as consequências de “resultados”.</p>



<p>Acredito nas palavras de Mahatma Gandhi:</p>



<p>“Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados.”</p>



<p>Acredito nas palavras de Sun Tzu:</p>



<p>“Lembre-se: você é seu próprio general. Então, tome agora a iniciativa, planeje e marche decidido para a vitória.”</p>



<p>“As oportunidades multiplicam-se à medida que são agarradas.”</p>



<p>.</p>



<p>Leonardo Seixas (Diretor de Marketing)</p>
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		<title>FALSO CONHECIMENTO   (tempo aprox. de leitura: 3 min.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[InstitutoMarFuturo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 00:24:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FALSO CONHECIMENTO &#160;&#160;(tempo aprox. de leitura: 3 min.) . &#8220;Cuidado com o falso conhecimento. Ele é mais perigoso que a ignorância.&#8221; (George Bernard Shaw, escritor) “O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, é a ilusão do conhecimento.” (Stephen Hawking, físico) Quem nunca viveu a situação de receber “opinião abalizada” e descobrir, mais tarde,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>FALSO CONHECIMENTO &nbsp;&nbsp;(tempo aprox. de leitura: 3 min.)</p>



<p>.</p>



<p>&#8220;Cuidado com o falso conhecimento. Ele é mais perigoso que a ignorância.&#8221; (George Bernard Shaw, escritor)</p>



<p>“O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, é a ilusão do conhecimento.” (Stephen Hawking, físico)</p>



<p>Quem nunca viveu a situação de receber “opinião abalizada” e descobrir, mais tarde, que se tratava de mero falso conhecimento?</p>



<p>Somos presas fáceis em aceitar informações provenientes de pessoas que julgamos “especialistas” em determinado assunto, principalmente quando nos sentimos sem o devido saber.</p>



<p>Venho presenciando, ultimamente, o aumento de casos de falso conhecimento. Além do normal, considerando as experiências ao longo dos meus sessenta anos. A diferença está na minha postura menos desarmada com relação aos “especialistas”. Abandonei o pressuposto de que as pessoas falam, sempre, com conhecimento de causa. Abandonei a fé cega no conhecimento alheio.</p>



<p>Lembro-me do que sempre recomendei aos que me pediram determinado parecer: “&#8230; mas não aceite, incondicionalmente, minhas conclusões. Duvide de tudo, inclusive de mim!”</p>



<p>Falando dessa percepção com amigos, eles me apontaram as causas mais comuns do comportamento de alguns em demonstrar falso conhecimento.</p>



<p>Uns, inocentemente caíram na Falácia da Generalização Apressada. Ficaram satisfeitos com as conclusões que tiraram sobre determinado assunto e pararam; não mais se questionam e não evoluem seus conhecimentos com mais dados.</p>



<p>Outros, sob a pressão de preservarem seus títulos de conhecedores de determinado assunto, arriscam improvisarem seus saberes, como se tivessem sidos “iluminados” naquele momento e aumentados seus cabedais ao serem confrontados.</p>



<p>De qualquer forma, deixam-se serem levados pela soberba e não admitem a hipótese de “perderem” a posição de detentores do conhecimento. Afinal, vivemos no paradigma de uma sociedade competitiva.</p>



<p>Faz-me lembrar a frase emblemática e sarcástica de Albert Einstein quando perguntado sobre o que achava do livro alemão dos opositores da Teoria da Relatividade de 1931, &#8220;Hundert Autoren gegen Einstein&#8221; (Cem Autores contra Einstein): “Se estivesse errado, um só autor teria sido suficiente.”</p>



<p>Se mesmo Einstein teve que conviver com ataques de falsos especialistas que tinham vários motivos torpes para tentarem derrubá-lo de seus conhecimentos, imagina eu (e meus semelhantes), desprovido de títulos, profundos conhecimentos e consciente de minha limitação intelectual!&nbsp;</p>



<p>Repito, por último, minha identificação com Fernando Pessoa (com o heterônimo de Álvaro de Campos) em seu Poema em Linha Reta:</p>



<p>“Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo&#8230;”</p>



<p>.</p>



<p>Leonardo Seixas (Diretor de Marketing)</p>
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